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China chega a níveis extremos de poluição e promete mudanças na energia

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A poluição do ar é um problema recorrente na China. Na última semana, a capital Pequim registrou níveis altíssimos de poluentes, mais do que 25 vezes acima do recomendado pela Organização Mundial de Saúde. Diante dessa situação extrema, o país pretende mudar suas fontes energéticas e reduzir as emissões de gases poluentes.

O primeiro passo será deixar as usinas atuais mais eficientes. De acordo com as informações oficiais, as mudanças resultarão na redução de 60% das emissões provenientes da queima de carvão até 2020. A expectativa é de que a medida economize 100 milhões de toneladas de carvão bruto e impeça a emissão de 180 milhões de toneladas de dióxido de carbono ao ano.

Os compromissos com o investimento em energia renovável, feitos em 2013 e reiterados no tratado de Paris, devem permitir que o carvão corresponda a menos de 65% da energia utilizada no país até 2017. O plano é essencial para que seja possível melhorar a qualidade do ar em todo o país.

Na última semana, com os péssimos níveis de fumaça no ar, o governo chinês foi obrigado a ordenar o fechamento de algumas fábricas e a impedir que crianças fossem à escola, devido aos riscos que os poluentes geram à saúde.

No entanto, mesmo com todos esses compromissos, os chineses devem continuar sofrendo por um bom tempo. Durante a COP21, a China informou que o ápice de poluição no país deve acontecer apenas em 2020.

Fonte: CicloVivo

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EUA incluem leões africanos na lista de animais ameaçados para coibir caça

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O governo norte-americano anunciou, na última segunda-feira (21), a inclusão dos leões africanos na lista de animais ameaçados de extinção. A medida, divulgada cinco meses após a polêmica morte do leão Cecil, tem como intuito reduzir e dificultar a caça aos felinos em países da África.

De acordo com o Serviço de Pesca e Vida Selvagem dos EUA, além da inclusão dos animais na lista, serão adotadas leis mais rígidas para regulamentar a caça esportiva de leões, a fim de promover a conservação das espécies.

Uma das implicações da decisão é a proibição quase que total da importação de partes dos animais como troféus de caça. O governo está disposto a impedir que os caçadores entrem nos EUA com cabeças, patas ou peles de leões. As exceções, para que a entrada seja liberada, ocorrem apenas quando o caçador comprova, com uma série de documentos oficiais, que o animal é proveniente de países em que a caça é permitida.

Mas, mesmo que consigam as provas, os entusiastas da caça esportiva esbarram em outra dificuldade. De acordo com o New York Times, mais de 40 companhias aéreas em todo o mundo já se recusam a transportar animais usados como troféus de caça. Na França a prática já é totalmente proibida e o Reino Unido também anunciou a proibição definitiva para 2017.

A inclusão dos leões africanos na lista de espécies ameaçadas e as normas mais restritivas para o transporte devem ser essenciais para coibir as caças esportivas, mesmo quando realizadas legalmente. A África é um dos destinos preferidos de caçadores, pela grande quantidade de animais selvagens nativos. No entanto, a prática tem ocasionado a extinção de muitas espécies endêmicas e que não existem em nenhuma outra parte do mundo.

A decisão governamental dos EUA vem após anos de protestos e solicitações feitas por parte de organizações de defesa animal.

Fonte: CicloVivo

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